Aconteceu nesta quinta-feira dia 02 de maio de 2013 no pátio do Colégio Municipal Durvalina de Oliveira Cunha, palestras nos turnos matutino e vespertino, com todos os alunos da unidade escolar, com o tema: Escassez de água. O principal objetivo da palestra foi de sensibilizar a todos da importância do racionamento de água na nossa região, pois os mananciais de água estão muito baixos, em decorrência de estarmos passando por um longo período de estiagem, aqui em nossa região não chove a mais de quatro anos, diante disso os níveis de reserva de água nos mananciais se encontram muito baixos a exemplo das barragens de Pedras Alta, e a barragem de São José do Jacuípe. Lembrando ainda que essas palestras de sensibilização da população sobre usar cada vez mais menos água, e tornar esse uso cada vez mais responsável. Nos territórios da Bacia do Jacuípe e do território do sisal, essas palestras acontecerão nos municípios de Gavião, Riachão do Jacuípe, Ichu, Nova Fátima, Capela do Alto Alegre, Pintadas, São Domingos e Valente. Aqui em Gavião as palestras foram ministradas pela coordenadora do Laboratório de Controle de Qualidade de Feira de Santana, Daniela Alves.
A NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Pintadas: Entidades Promovem comemoração do Dia do Trabalhado
Na noite de quarta-feira, 1º de maio, trabalhadoras e trabalhadores do campo e da cidade, reuniram-se na Praça Manoel Panta Leão, na cidade de Pintadas, para celebrar com muita alegria o seu dia.
O evento contou com sorteio de brindes pelas entidades para as pessoas que estavam presente e atracões musicais, como Maximiliano, que resgatou músicas que representam a vida dos trabalhadores (as) e a luta e fé das comunidades. Também o público dançou muito forró, ao som de Juca e Seus Teclados e o Forró Ecológico de Joel Barreto.
A comemoração do Dia do Trabalhador em Pintadas é realizada pela Rede Pintadas, Cooperativa Ser do Sertão, Sindicato dos Servidores Públicos, Paroquia Nossa Senhora da Conceição e Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais.
O Dia Mundial do Trabalhador foi criado em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris. A data foi escolhida em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, o principal centro industrial dos Estados Unidos naquela época. O Dia do Trabalhador é comemorado em várias partes do mundo, com festas populares, desfiles e celebrações similares. No Brasil o dia 1º de maio também é atribuído a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.
CONFIRA AS FOTOS:
Redação e Fotos: Jorge Henrique
Gavião: CADASTRAMENTO DO PNHR PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO RURAL ESTÁ ABERTO NO MUNICÍPIO DE GAVIÃO
Já está aberto o cadastramento para 150 unidades residenciais rurais no município de Gavião. As inscrições estão sendo realizadas pela SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL através do CRAS. O programa pretende atender famílias de baixa renda; e que desejam continuar na zona rural do município, evitando assim o êxodo rural. Para se concretizar a inscrição, os beneficiários precisam da DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf), elaborada pela EBDA empresa credenciada no MDA. A EBDA atende na Secretaria de AGRICULTURA do município do GAVIÃO, ou no escritório regional em Riachão do Jacuípe.
Para agilizar esse processo de cadastramento, o município está contando com o apoio das associações rurais do município, nessa terça (30) foi realizado uma reunião no prédio da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, no pavimento da AGRICULTURA, muitos presidentes de associações marcaram presença e se disponibilizaram a levar informações para suas comunidades. Leonardo do Vieira novo Diretor de Associações do município, aproveitou o momento para tratar de outros assuntos, para o ano de 2013, falou da importância do comprometimento de cada presidente para o bom andamento das associações.
Eriedson Ferreira Coordenador do CRAS, e responsável pelo cadastramento das famílias no município, destacou a necessidade do empenho de todos, um projeto como esse precisa de um cuidado especial, a moradia é algo que o cidadão tem direito, por isso deve-se priorizar as famílias de baixa renda, vamos todos nos doar nesse projeto. Frisou Eriedson. A reunião contou com as Presenças de Adriano vereador de Nova Fátima e Landinho, assessor da deputada Neusa Cadore.
Por BETO OLIVEIRA
Fotos Eriedson Ferreira
quarta-feira, 1 de maio de 2013
DESERTIFICAÇÃO AVANÇA NA PARAÍBA E ESTADO PODE VIRAR DESERTO EM 100 ANOS
A desertificação no território paraibano é algo sério e que avança de forma preocupante a cada dia. Os especialistas alertam que se nada for feito e se o estado atual de degradação ambiental continuar, é provável que em 100 anos, o Semiárido paraibano esteja totalmente árido. Isso significa que a vegetação da Paraíba corre sérios riscos de desaparecer de vez, o que seria catastrófico para a população. O Estado, um dos mais atingidos pela desertificação pode virar deserto no futuro. Atravessando uma das mais rigorosas secas dos últimos 50 anos, a Paraíba sente os efeitos drásticos da longa estiagem e tem uma noção do que pode está reservado para o futuro.
A Paraíba, conforme alertou o ambientalista Roberto Almeida, com base em dados da organização internacional Greenpeace, e da Associação de Proteção da Natureza (APAN), está em adiantado estado de desertificação, ocupando o 1º lugar no Brasil. Em entrevista ao PBAgora, Roberto Almeida garantiu que a caatinga paraibana foi sucumbida nos últimos 50 anos, devido a ação implacável da lei do machado. O tráfico de lenha no Estado, cresceu em proporções alarmantes, apesar dos órgãos governamentais estarem mais atentos e enérgicos no combate aos crimes ambientais.
De acordo com os dados repassados pelo ambientalista com base no relatório sobre mudanças climáticas elaborado pelo Greenpeace, mais de 72% do território do estado da Paraíba está suscetível ao processo de desertificação. Isso significa que 1,66 milhão de pessoas – a metade da população paraibana – está sofrendo com os drásticos efeitos do processo devastador. “Esse processo tem avançado. A Paraíba é o Estado do país mais atingido pelo processo de desertificação do tipo muito grave”, alerta o ambientalista Roberto Almeida.
Na Paraíba 208 dos 223 municípios – 93,27% estão suscetíveis a desertificação -e o processo avança a cada dia. Um levantamento feito pela Sudema da qual, Roberto é superintendente em Campina Grande, revela que pelo menos 68% das matas paraibanas sofreram alguma interferência do homem e estão com sua fauna e flora comprometida afetando diretamente mais de 1milhão de paraibanos. As regiões com maior grau de ocorrência de desertificação apontadas no documento são o Seridó oriental e ocidental – composto por municípios como Barra de Santa Rosa, Salgadinho, Frei Martinho, Cuité e Picuí – e o Cariri ocidental.
Nessas regiões a retirada da lenhas típicas da caatinga tem sido feito sem nenhum controle. Em 2009, eram 198 nessa situação (87,78%). O avanço desse processo é agravado com a estiagem prolongada, considerada como uma das piores dos últimos 30 anos.
O diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), professor Dr. Ignacio Hernan Salcedo, observa que processo de desertificação no Estado é moderado à severo em terras do Cariri, Seridó e do Sertão. Segundo dados do Insa, mais da metade dos municípios paraibanos está suscetível ao processo de degradação da terra, que compromete sua produtividade biológica e econômica.
Essa situação segundo o instituto, tende a se consolidar devido ao avanço do desmatamento, verificado especialmente quando associado ao forte consumo de lenha (70% de consumo doméstico e 30% de consumo industrial) no Semiárido Paraibano. O mais preocupante conforme aponta os estudos é que apenas 1,42% do território paraibano é juridicamente protegido contra o desmatamento e outras ações que comprometem a existência de espécies vegetais e animais. O percentual corresponde às terras indígenas e às unidades de conservação federal e estaduais que ocupam 82,9 mil hectares.
O professor da Universidade Federal da Paraíba, Bartolomeu Israel de Souza, revela que hoje o homem do campo está com uma nova mentalidade. Sem depender mais da terra para tirar o sustento, como era no passado, quando tinham como fonte de sobrevivência o feijão, o milho e outras culturas, esses paraibanos passaram a ter acesso a produtos industrializados, ficando mais insensíveis, a degradação ambiental.
Professor do departamento de Geociência do CCEN da UFPB, Bartolomeu Israel de Souza, publicou recentemente o trabalho “A Desertificação na Paraíba”, uma síntese do Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca no Estado da Paraíba, o chamado PAE-PB , programa coordenado pelo professor. No documento ele constatou que nos últimos anos, a Paraíba teve um aumento superior a 14% de sua área desertificada, acompanhando uma realidade de todo o país.
Na visão do ambientalista Roberto Almeida a educação ambiental ainda é a ferramenta indispensável para frear o processo de avanço da degradação ambiental na Paraíba e mudar o quadro evitando assim, a catástrofe anunciada. Para ele, a questão do desmatamento e as técnicas de agricultura precisam ser revistas. O ambientalista observa que muitas vezes o homem simples do campo derruba árvores sem ter noção dos danos que estão sedo causados ao meio ambiente.
Com rosto sofrido, a agricultora Rosineide Oliveira da Sila, 46 anos, moradora do sítio estreito 3, Catolé de Boa Vista, conhece bem a vida numa área desertificada. Nos últimos anos, ela lucrou pouco devido a pobreza do solo. “Choveu bem mas a colheita não foi boa”, conta. Mãe de 6 filhos, entre eles Letícia Emanuely de 3 anos, Rosimere revela que o seu marido o agricultor Isaias dos Santos Silva, 48, já pensou em abandonar a terra. “Aqui é tudo difícil”, conta.
A também agricultora Maria José Soares Araújo 35, também moradora do Estreito 3, lembra as a sobrevivência no campo é um grande desafio. Ela aponta para um imenso campo deserto, mostrando que o local um dia, foi cercado por plantas. O verde, deu lugar ao sequidão, tornando o cenário inadequado para agricultura e a própria sobrevivência.
A desertificação é um tipo de degradação ambiental que ocorre em zonas de clima seco. O fenômeno é muito antigo mas só na década de 1970 o mundo passou a estudá-lo com mais atenção devido a grande seca que afetou parte do continente africano.
Especialistas apontam ações para combater avanço da desertificação Perda da produtividade agrícola, maior degradação da terra, êxodo rural, aumento da temperatura, problemas com recursos hídricos e pobreza. Os efeitos da desertificação no Estado da Paraíba, são implacáveis segundo alerta os ambientalistas. O ecologista Roberto Almeida revela que clima no semiárido está cada vez mais seco e a temperatura na região tem aumentado. A aceleração do desmatamento e do desflorestamento e a emissão de gases poluentes estão afetando a distribuição das chuvas e as temperaturas, por isso cada vez aumenta o grau de aridez nas zonas de clima seco.
A recomendação de Roberto Almeida é que nas áreas a serem utilizadas para uso agropecuário sejam adotadas práticas de conservação do solo. Medidas simples podem evitar a desertificação como a consorciação de culturas; redução ou eliminação das queimadas; cobertura do solo; rotação de culturas (usar diferentes culturas a cada ano nas terras onde se pratica a agricultura); adubação; faixas de retenção de terra; culturas em nível para conter a erosão; plantio de alimentos que possam servir de forragem para o gado e o manejo da Caatinga para produção de alimento para o gado.
Além do mais, a irrigação precisa ser fiscalizada para evitar-se a salinização dos solo; os bancos não podem financiar projetos que levem a desertificação; os produtores devem ser capacitados em métodos de conservação dos solos. Também deve ser ampliada a fiscalização contra o tráfico de madeira e exigido a compensação ambiental; bem como, adotadas medidas de manejo para se evitar o sobrepastorieo (excesso de número de animais por hectare) em áreas sensíveis.
Desertificação em Campina já atinge 80%
Quem atravessa a cerca de arame e pisa no solo duro da Fazenda Bianca localizada a pouco menos de 15 quilômetros do Centro de Campina Grande, se assusta. O cenário é de deserto. A fazenda, medindo 800 hectares, está totalmente desertificada. A vegetação é seca. Apenas alguns pés de algaroba, eucalipto, umbuzeiro e cactos, plantas resistentes a longa estiagem, mantém o verde. A sequidão predomina. A muito tempo que a paisagem mudou.
De acordo com o ecologista Roberto Almeida, no passado a fazenda Bianca se constituia em um grande cinturão verde existente em Campina. A área verde se estendia até a mata conhecida como Mequinha, na Alça Sudoeste. Só que hoje o cenário mudou e a paisagem é totalmente desértica. No local onde existia a mata da Mequinha a desertificação é total. A devastação acabou com tudo. Quem olha só vê sequidão.
Segundo dados da Associação de Proteção ao Meio Ambiente, 80% da área territorial de Campina Grande e do Compartimento da Borborema está totalmente desertificada. Roberto Almeida destaca que os maiores consumidores de lenha na cidade ainda são as panificadoras, as renovadoras de pneus e as indústrias que usam a madeira como fonte energética.
Em conseqüência desse avançado processo de desertificação, o clima na cidade segundo Roberto Almeida, está mais quente. O campinense está enfrentando nos últimos anos, temperaturas insuportáveis, conseqüência direta da interferência do homem na natureza No entendimento de Roberto Almeida a solução para a cidade recuperar a sua área verde, passa necessariamente pelo reflorestamento. Esse reflorestamento segundo ele só pode ser feito com o aproveitamento das sementes como acontece no horto florestal da cidade.
Novo estudo atesta gravidade do problema
Um novo estudo realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com base em tendências climáticas, revelam que, em 2100, parte do Semiárido brasileiro será uma região de deserto. De acordo com o pesquisador do Inpe José Marengo, o aumento da temperatura e a falta de chuva podem ser os principais responsáveis pela aridez na região. Os efeitos mais agressivos da estiagem estão concentrados na Região Nordeste, onde o Ministério do Meio Ambiente (MMA) já identificou oficialmente quatro núcleos de desertificação: são 1.340 quilômetros quadrados e aproximadamente 1400 municípios em 11 estados. A área abrange 16% do território brasileiro.
Na Paraíba o núcleo está localizado na região do Seridó, , onde o fenômeno ocorre devido à falta de manejo da caatinga para atender a pecuária extensiva e a demanda energética. “Em 2050, algumas partes do Semiárido já podem passar a ser áridas. Atualmente chove apenas parte do ano e a precipitação é mal distribuída. No caso da aridez, é quando não há chuva”, explica. Para Marengo, a situação atual do Semiárido é preocupante devido à duração da estiagem. A rigorosa escassez de chuvas pelo segundo ano consecutivo impõe à região a pior seca dos últimos 50 anos, que atinge 1.046 municípios.
Para os especialistas, o processo de desertificação é consequência de fatores humanos e climáticos. “O Semiárido tem uma série de condicionantes como clima, solo, água e regime de chuvas que é muito favorável a processos de degradação de ambiente. Associados com práticas inadequadas adotadas pelo homem, às vezes por ignorância, por má-fé ou falta de capital,[provocam a desertificação.
Dentre os fatores humanos, ele destaca o desmatamento, a extração excessiva de produtos florestais, as queimadas, a sobrecarga animal, o uso intensivo do solo e seu manejo inadequado e, por último, o emprego de tecnologias não apropriadas para ecossistemas frágeis. Especialistas e pesquisadores defendem experiências convívio com a falta de chuva., como a desenvolvida em Israel e em algumas regiões África que também têm um clima semelhante ao do Semiárido brasileiro.
Fonte: PB Agora
Gavião: A SECA NO SERTÃO
Mesmo com a chuva fina que vem caindo em parte do sertão, o efeito da seca continua visível em muitos lugares. No município de GAVIÃO o cenário é avassalador. Não precisa ir tão longe pra verificar os estragos que a seca provocou. Diversos animais mortos, falta de alimentos nas pastagens, represas vazias, prejuízos no rebanho, economia do município afetada por falta da chuva que não veio nessa longa estiagem de quase três anos.
Moro aqui próximo ao rio, há quase 50 anos e nunca presenciei o rio seco como está agora, indagou José Carlos que possui uma propriedade as margens do rio jacuípe a menos de três quilômetros da sede do município, ele se refere ao momento critico pelo qual passa o rio jacuipe. Que em muitos trechos já secou, como mostram as fotos publicados nessa matéria.
barragem da cachoeirinha seca
Para tentar amenizar essa situação, o município através da SECRETARIA DE AGRICULTURA vem fazendo sua parte, com projetos de combate a seca, mais de um milhão de reais já foram liberados junto ao Banco do Nordeste agencia Jacobina, para os produtores da agricultura familiar através do pronaf. A EBDA também é parceira na elaboração de alguns projetos de inclusão social e combate a seca. Além dos projetos rurais, a secretaria coordena programas sociais como GARANTIA SAFRA e BOLSA ESTIAGEM. O município também disponibiliza carros pipas para distribuição de água para zona rural do município por meio da Secretaria de Transporte. Pra encerrar essa matéria, vale pedir as graças Divina para que as chuvas venham em abundância. Enquanto não vem, fica a frase do velho Luis Gonzaga, "Só deixo meu Cariri no último pau de arara".
Por Beto Oliveira
Fotos Luis Antonio
Por Beto Oliveira
Fotos Luis Antonio
Gavião: Comemoração do 1º maio dia do trabalhador
O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
Fatos importantes
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
Fatos importantes
- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)
- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.
ACONTECERÁ HOJE, DIA 1º DE MAIO DE 2013 DIA INTERNACIONAL DO TRABALHO. A PARTIR DAS 18:00Hs. NA PRAÇA JOAQUIM PANTALEÃO DA CUNHA, A COMEMORAÇÃO DO DIA DO TRABALHADOR EM GAVIÃO. COM A PARTICIPAÇÃO DE UM GRUPO DE SAMBADORES DA CIDADE DE RIACHÃO DO JACUÍPE - BAHIA E TAMBÉM ATRAÇÕES LOCAIS COMO O GRUPO DE SAMBA DE RODA GAVIÃO CULTURA VIVA DE GAVIÃO.
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