A NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Jovem de 22 anos morre em Gavião com suspeita da Covid-19

A mesma estava na UPA de Capim Grosso já com regulação para transferir para Salvador, mas não resistiu


Morreu no fim da tarde desta quinta-feira, 10, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Capim Grosso no território da Bacia do Jacuípe com suspeita de infecção pela Covid-19, a jovem Taís Oliveira Santos, 22 anos, moradora de Gavião que fica a 25 km de distância de Capim Grosso.

Taís Oliveira muito jovem pode ser mais uma vítima da Covid-19 | Reprodução Instagram pessoal

Segundo o Calila Notícias apurou a jovem apresentou durante a semana sintomas característicos da Covid e procurou a unidade de covid de Gavião e após ser consultada a equipe médica pediu sua transferência para a UPA de Capim Grosso e diante do agravamento do seu quadro de saúde foi solicitada sua transferência para outra unidade com maior suporte e conseguiu a regulação para Senhor do Bonfim, mas não resistiu a foi a óbito por volta das 17h30 antes de deixar Capim Grosso.

Apesar de apresentar sintomas característicos da Covid-19 o caso ainda é tratado como suspeito, pois, foi feito um teste rápido e deu negativo, porém, foi recolhido também o material para exame tipo PCR e encaminhado para o Laboratório Central de Saúde Publica do Estado da Bahia (LACEN) que deverá liberar o resultado nos próximos dias.

Diante da suspeita, a Secretaria de Saúde de Gavião orientou a família a realizar o sepultamento cumprindo os protocolos de casos de Covid-19, ou seja, sem velório e número reduzido de pessoas.

A Secretaria de Saúde divulgou o boletim epidemiológico na noite desta quinta com um óbito, ou seja, como é um caso suspeito não aparece no boletim.

A Prefeitura de Gavião divulgou Nota de Pesar

Fonte: https://www.calilanoticias.com/

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Senado aprova política de estímulo à informatização de escolas

 

Foto: Secom/PMS
Foto: Secom/PMS

O Senado aprovou nesta quarta-feira (9) um projeto de lei (P de apoio à instalação de internet banda larga nas escolas públicas e fomento do uso pedagógico de tecnologias digitais na educação básica. O PL institui a Política de Inovação Educação Conectada e vai à sanção presidencial. As informações são de reportagem da Agência Brasil.

A meta do projeto é reunir esforços de União, estados, Distrito Federal e municípios, bem como escolas, setor empresarial e sociedade civil, para assegurar as condições necessárias para a inserção da tecnologia como ferramenta pedagógica de uso cotidiano nas escolas públicas de educação básica.

Para tornar isso realidade, são previstas ações de apoio técnico e financeiro para contratar serviços de internet e aquisição de dispositivos eletrônicos. Também prevê a disponibilização de materiais pedagógicos digitais em formato aberto e elaborados com a participação dos profissionais da educação.

O projeto traz como fonte de recursos para essas ações as dotações orçamentárias da União, as receitas provenientes de entidades públicas e privadas e os recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). A relatora do projeto, Daniella Ribeiro (PP-PB), disse que durante a pandemia, com aulas sendo realizadas remotamente, os recursos tecnológicos se mostraram fundamentais.

Falta equipamento e internet

Segundo dados da Pesquisa TIC Educação 2019, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CeTIC) e informados no relatório, 39% dos alunos de escolas públicas não contavam com computador em suas residências. Para elas, o telefone celular era a principal ferramenta de acesso à internet. Essa era a realidade de 85% das pessoas das classes D e E. Além disso, também diz a pesquisa, para 70% dos professores de escolas públicas urbanas, a baixa velocidade da internet é um grande empecilho para o desenvolvimento de atividades remotas.

“Nesse sentido, ao lado das críticas à falta de infraestrutura e de condições técnicas adequadas, docentes e estudantes têm expressado também o muito que têm aprendido sobre o uso das tecnologias na educação e como elas poderão continuar sendo usadas, mesmo depois que a crise sanitária passar”, disse a relatora.

“Embora tenha sido pensada em momento anterior à pandemia, julgamos que a Política de Inovação Educação Conectada se encaixa nesse perfil, uma vez que ela induz, incentiva e financia justamente os tipos de ações que são necessárias neste momento: a garantia de infraestrutura e de conexão; a formação dos atores escolares; e a produção de material, sempre de forma participativa e democrática”, acrescentou Daniella em seu parecer.

Fonte: https://bahia.ba/

Uso de drogas ‘é questão de saúde, não de polícia’, afirma ministra do STF, Cármen Lúcia

 

Ministra Cármen Lúcia durante sessão da Segunda Turma do STF por videoconferência | Foto: Reprodução

Os problemas envolvendo o uso de drogas no Brasil devem ser vistos como “questão de saúde, não de polícia”. É o que defendeu a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia em participação gravada para o evento Cannabis Affair, que será transmitida nesta quarta-feira. A jurista participou da mesa de abertura do evento, que trata de questões sociais relacionadas à maconha, e falou sobre as consequências da atual política de drogas para o sistema prisional do Brasil. As informações são de reportagem do jornal O Globo.

“Quem porta droga e faz uso da droga não necessariamente comete um crime que pode ser equiparado a práticas que são realmente nocivas à sociedade e às pessoas, como o tráfico, a comercialização”, disse a ministra do STF.

Ela defende que há uma preocupação na Corte de não criminalizar em excesso delitos relacionados ao uso de drogas, pois há uma “população carcerária enorme” no país. Ao prender um mero usuário, ele seria colocado pra dentro do mundo do crime, ficando em situação de vulnerabilidade e se tornando refém do tráfico de drogas.

“É preciso que o poder público brasileiro invista em políticas de saúde para aqueles que estão em uma situação de vício, e que seja pelo álcool ou por outro tipo de droga, que ele receba um tratamento. Porque essa é uma questão de saúde, não de polícia”, afirmou Cármen Lúcia.

A descriminalização do porte de drogas para uso pessoal segue em discussão no STF. O caso começou a ser julgado em 2015, e 3 dos 11 ministros do Supremo já se manifestaram sobre o tema. O relator Gilmar Mendes defendeu a descriminalização do porte para uso de todo tipo de droga. Já Edson Fachin e Luís Roberto Barroso votaram pela descriminalização só para o porte de maconha.

Fonte: https://noticiasdesantaluz.com.br/



Executivo da SinoVac pediu fim de ataques do governo Bolsonaro à China para não atrasar insumos da vacina CoronaVac

Vacina CoronaVac | Foto: Divulgação

Duas semanas após o presidente Jair Bolsonaro fazer novos ataques à China, em maio deste ano, a farmacêutica privada chinesa SinoVac cobrou uma mudança de posicionamento do governo para garantir o envio de insumos ao Instituto Butantan para a produção da vacina CoronaVac.

A informação consta em documento sigiloso do Itamaraty enviado à CPI da Covid e obtido pelo jornal O Globo.

O ofício reproduz uma carta enviada pela Embaixada do Brasil em Pequim ao Ministério das Relações Exteriores (MRE) com o relato de uma reunião ocorrida em 19 de maio na capital chinesa entre diplomatas e representantes brasileiros com o presidente da SinoVac, Weidong Yan.

O executivo, segundo o relato oficial, pediu uma mudança no posicionamento político do Brasil para que houvesse uma relação “mais fluida” entre os países e “fez questão de ressaltar a importância do apoio político para a realização das exportações, e mesmo a possibilidade de tratamento preferencial a determinados países”.

Ao ser questionado se a SinoVac conseguiria fornecer o estoque contratado com o Brasil, o presidente da farmacêutica chinesa disse que a empresa tinha dificuldades em atender “toda a demanda”, alegou que há um “processo de alocação da produção para os diversos clientes da empresa” e, logo em seguida, comentou “que seria conveniente, para o processo, que o governo brasileiro buscasse ‘desenvolver uma relação mais fluida e positiva com o governo chinês’.”

Na avaliação de integrantes da CPI da Covid, o material desmonta a tese defendida em depoimento à comissão por ministros como o titular da Saúde, Marcelo Queiroga, e o ex-chanceler Ernesto Araújo, de que as falas do presidente da República não tiveram impacto nas negociações com o país asiático para o fornecimento de imunizantes. 

Fonte: https://noticiasdesantaluz.com.br/



Farmacêutico que tentou estragar vacinas contra Covid nos EUA é condenado a 3 anos de prisão

 

Foto: Gabinete do Xerife do Condado de Ozaukee via AP

Um farmacêutico foi condenado a três anos de prisão nos Estados Unidos após se declarar culpado por deteriorar intencionalmente dezenas de doses de vacinas contra a Covid-19.

Ele também terá que pagar US$ 83,8 mil ao Aurora Medical Center em Grafton, em Wisconsin, como compensação (mais de R$ 420 mil), segundo o Departamento de Justiça dos EUA.

Steven Brandenburg, de 46 anos, retirou deliberadamente frascos do imunizante da Moderna do refrigerador do hospital onde trabalhava.

Ele retirou as vacinas da geladeira durante o turno noturno e as deixou por várias horas em temperatura ambiente antes de colocá-las de volta na geladeira para que fossem aplicadas no dia seguinte.

Ao todo, 57 frascos foram afetados e mais de 500 doses da vacina foram descartadas (cada frasco tem 10 doses). Dezenas de pessoas tiveram de ser revacinadas.

Brandenburg foi demitido no fim de dezembro e preso em janeiro. Ao assumir o crime, ele declarou que acreditava que a vacina era perigosa para as pessoas e poderia modificar o DNA – o que obviamente não é verdade.

“A tentativa deliberada de deteriorar doses de vacina em uma situação de emergência sanitária nacional é um crime grave”, afirmou Brian Boynton, assistente do procurador-geral responsável por questões civis no Departamento de Justiça americano.

Fonte: https://noticiasdesantaluz.com.br/

Aspirina não aumenta as chances de sobrevivência de pacientes de Covid-19, diz estudo britânico

 

Foto: Freepik

A aspirina não aumenta as chances de sobrevivência de pacientes gravemente doentes de Covid-19, mostraram nesta terça-feira (8) resultados iniciais de um dos maiores testes do Reino Unido sobre o analgésico e anticoagulante de uso comum.

Os cientistas por trás do teste, que examina uma variedade de tratamentos possíveis para Covid-19, avaliaram os efeitos da aspirina em quase 15 mil pacientes hospitalizados infectados com o novo coronavírus.

Como o remédio ajuda a diminuir coágulos em outras doenças, foi testado em pacientes de Covid-19 que correm mais risco de ter problemas de coagulação.

“Embora a aspirina tenha sido associada a um pequeno aumento na probabilidade de sair com vida, isto não parece suficiente para justificar seu uso generalizado em pacientes hospitalizados com Covid-19”, disse Peter Horby, co-investigador-chefe do teste.

No estudo Recovery, pouco menos da metade dos pacientes foi selecionada aleatoriamente e recebeu 150 mg de aspirina uma vez por dia, e os restantes receberam somente os cuidados de praxe.

O teste realizado pela Universidade de Oxford também estuda a eficácia de vários outros tratamentos, e foi o primeiro a mostrar que o esteroide amplamente disponível dexametasona pode salvar vidas de pacientes com casos graves de Covid-19.

O estudo com a aspirina não apontou nenhuma mudança significativa no risco de os pacientes degenerarem para uma ventilação mecânica invasiva.

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Comissão especial da Câmara aprova liberação do cultivo da maconha para uso medicinal e industrial

 


Extrato de medicamento de maconha medicinal | Foto: Freepik

A comissão especial da Câmara aprovou nesta terça-feira a proposta que libera o cultivo da maconha (cannabis sativa) para uso medicinal e industrial. Com 17 votos favoráveis e 17 contrários, o desempate na votação do texto principal coube ao relator, deputado Luciano Ducci (PSB-PR). A proposta tramitou em caráter conclusivo e, com a aprovação, poderia ser enviada diretamente ao Senado para votação. No entanto, deputados governistas – que atuaram no colegiado contra o projeto – informaram que vão apresentar recurso para levar a análise para o plenário da Câmara. Após a aprovação do texto principal, a comissão especial rejeitou todos os destaques (propostas de alterações) apresentados. “Esse relatório não foi construído da minha cabeça, não foi uma coisa que peguei e resolvi fazer. Foi discutido como muita gente”, disse o relator, citando a colaboração da Agência Nacional de Vigilância (Anvisa), do Ministério da Agricultura, da indústria farmacêutica e das associações de pacientes de cannabis. “É um projeto seguro, realista, que não trata do uso recreativo”, garantiu Ducci.

Fonte: https://noticiasdesantaluz.com.br/